segunda-feira, 28 de maio de 2012

OS ZUMBIS - CONSCIÊNCIA CORRUPTA E CORRUPTÍVEL

A Colunista Sonia Regina Lunardon Vaz propõe uma reflexão sobre Zumbificação nos tempos modernos, como um processo psico-social, contribuindo com uma pesquisa histórica que nos ajuda a conhecer um pouco melhor a respeito desse fenômeno místico-religioso tão presente na história e realidade haitiana.
Se você se interessa por reflexões de cunho filosófico e social rebuscadas, vale a pena acessar o site original e ler o artigo na íntegra. Muito bom!

Colunistas - Bonde

As histórias de zumbis têm origem no sistema de crenças espirituais do Vodu afro-caribenhos, que contam sobre trabalhadores controlados por um poderoso feiticeiro. O ser humano morto volta à vida com o intuito maligno de servidão ao seu invocador.

Um zumbi é uma criatura fictícia que aparece nos livros e na cultura popular como um morto que foi reanimado pela religião Vodu ou um ser humano irracional.

O conceito, nascido na década de 60, ganhou grande popularidade ao longo dos anos, servindo de tema para incontáveis filmes, seriados, livros, histórias em quadrinhos, videogames e outras obras de variadas mídias.

Há mesmo os que acreditam na concretização de tal cenário, e preparam-se para sua suposta chegada constituindo-se no Apocalipse Zumbi, cultuado e aguardado trata-se de uma infestação de zumbis numa esfera catastrófica tornando-os dominantes sobre a Terra. Hostis à vida humana, rapidamente atacariam a civilização em proporções esmagadoras, causando a "Praga Zumbi" por que a pessoa que foi atacada, através da contaminação, também transformar-se-ia num morto-vivo.

O filósofo David Chalmers na metade da década de 1990 cunhou um conceito utilizado em Filosofia da Mente, campo de pesquisa que examina a associação entre pensamento consciente e o mundo físico, o "zumbi filosófico", trata-se da pessoa que não possui consciência plena, mas que possui biologia e comportamento de um ser humano normal.

Já em 1937, a pesquisadora Zora Neale Hurston, no Haiti, verificou um caso de psicose que possuía todas as características de uma possessão zumbi.

Na década de 80, também em pesquisa no Haiti, o etnobotânico Wade Davis, verificou que se utilizando de algumas drogas era possível provocar um estado dissociativo, uma psicose induzida pela droga, muito semelhante ao zumbi. Essas pessoas passavam a serem vistas vagando por cemitérios num estado de zanga e depressão.

Em seu livro "O Eu Dividido" - (The Divided Self, 1960), o psiquiatra britânico Ronald David Laing, equipara a doença da esquizofrenia, em seus primeiros estágios, com o processo de "zumbificação".

(Continua no site)

sábado, 26 de maio de 2012

Haitiano declarado morto acorda no meio do funeral

Noticias de Prensa Latina
Porto Príncipe, 25 mai (Prensa Latina)

Do pranto desconsolado aos gritos de terror passaram os que acompanhavam o funeral de um homem declarado morto no Haiti, quando ele acordou no meio de seu funeral em uma igreja batista desta capital.

Jean Wilbert Elma, de 53 anos de idade, estava numa capela quando algumas pessoas notaram que ele respirava e tentava abrir os olhos, pelo que, no meio de um alvoroço generalizado, foi conduzido a um hospital, onde morreu "novamente".

No Haiti, uma das crenças mais conhecidas, e das mais temidas, é a dos zumbis ou mortos vivos: falecidos que regressam a este mundo a cobrar antigas dívidas.

Depois de detectar que estava vivo, uma ambulância o levou ao hospital universitário de Porto Príncipe e apesar de ter chegado com sinais vitais foi impossível reanimá-lo, indicou a nota médica.

De acordo com o comissário do governo Jean Renel Sénatus, a cargo do caso, o homem foi levado inicialmente vivo à funerária, mas os trabalhadores desta, para cobrar os honorários fúnebres, esconderam o fato.

Assim, os trabalhadores prepararam o "cadáver" e o levaram à igreja para as pompas fúnebres.

Ao ver seu corpo vimos que tinha golpes no rosto e as pernas quebradas, embora antes de ser levado ao local não tivesse nenhum ferimento, declararam familiares à agência local Haiti Press Network.

Renel Sénatus declarou que pelo menos cinco trabalhadores desse lugar estão presos e se investigará também o pessoal do hospital onde o declararam morto inicialmente.

Está-se convertendo em costume declarar a morte das pessoas antes do tempo para cobrar o dinheiro, é hora de fazer algo para deter isto, disse.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Haiti desarticula grupo paramilitar que atuava na capital  

Jornal do Brasil - Internacional

21/05 às 09h50 - Atualizada em 21/05 às 09h54


O primeiro-ministro do Haiti, Laurent Lamothe, anunciou que foi desarticulado em Porto Príncipe (capital haitiana) um acampamento utilizado por grupos paramilitares. Os paramilitares defendem a restauração do Exército, dissolvido em 1995, e o pagamento de pensões. O primeiro-ministro haitiano usou a rede social Twitter para falar da inciativa.

Lamothe informou ainda que o acampamento era na região de Lamentin, um subúrbio da capital haitiana. Antes da operação, a polícia prendeu 53 pessoas que participaram sexta-feira (18), na capital, de uma marcha a favor dos paramilitares.

De acordo com as autoridades do Haiti, 3% dos participantes dos grupos paramilitares são ex-militares e o restante jovens que aderiram ao movimento. No grupo dos detidos há dois cidadãos norte-americanos, segundo o secretário da Segurança, Réginald Delva.

O porta-voz da Embaixada dos Estados Unidos no Haiti, Jon Piechowski, confirmou a detenção dos dois indivíduos, mas não deu detalhes.

Haiti: Projeto transforma lixo em eletricidade

Boas Notícias



Após o terramoto de 2010, o Haiti tem enfrentado sérios problemas sanitários devido à falta de recolha de lixo das ruas e de saneamento básico. Agora, uma empresa norte-americana poderá ajudar a minimizar o problema, através de um projeto que vai transformar o lixo das ruas em eletricidade.

O governo do Hati assinou um acordo com a empresa norte-americana Electric Power (IEP) para a recolha do lixo das ruas, particularmente da capital Port au Prince, que depois será transformado em eletricidade limpa.

Esta iniciativa insere-se nos esforços de reconstrução do país após o sismo devastador de 2010. O lixo tem vindo a acumular-se nas ruas da cidade de Port au Prince e nem a ajuda internacional tem conseguido resolver a situação.

A nova parceria público-privada entre o governo haitiano e a IEP, que decorre sob o nome de Phoenix Project, promete tirar os resíduos das ruas e diminuir a dependência do Haiti dos combustíveis fósseis estrangeiros.

Três mil toneladas de lixo por dia

De acordo com o comunicado emitido pela IEP, numa fase inicial prevê-se que o projeto gere 1.800 postos de trabalho imediatos na central a construir numa área de 160 hectares. No final da operação, que deverá durar cerca de 30 anos, terão sido criados mais de 10 mil empregos e poupados mais de 3,1 mil milhões de euros em energia.

Embora exija um investimento de 196 milhões de euros, o retorno acabará por cobri-lo. Este novo sistema vai processar mais de 3 mil toneladas de resíduos por dia, capazes de produzir 720 MWh de eletricidade sustentável diária, o suficiente para 75 mil casas.

A empresa espanhola Ros Roca, principal fornecedora europeia de gestão de resíduos, e a Boucard Waste Management, responsável, há duas décadas, pela gestão de resíduos em Port au Prince, juntam-se ao governo e ao IEP nesta iniciativa, responsabilizando-se pela recolha dos resíduos municipais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Haiti está se movendo para a frente ou para trás

The Times Haitiano
Por Staff Tempos haitiano
05 de maio de 2012
Tradução Automática.

O velho ditado "quando chove, ele transborda" pudesse ser aplicada à situação no Haiti, onde a renúncia do primeiro-ministro Garry Conille no final do mês passado aparentemente desencadeou uma série de questões políticas que estava fervendo logo abaixo da superfície. Além da necessidade de formar um novo governo, Michel Martelly tem agora de enfrentar um Lavalas ressurgentes (maior partido do Haiti político) e um povo rebelde que não acredita mais nas promessas feitas pela comunidade internacional na sequência do 12 de janeiro, 2010 terremoto. Como se isso não fosse suficiente para o presidente para tratar, um bando de desajustados que quer se tornar o núcleo de um novo exército (o exército haitiano foi dissolvida em 1995) está colocando seu governo em rota de colisão com a comunidade internacional por ocupando uma antiga base militar e prometendo resistir à expulsão inevitável pelas forças superiores armadas da ONU.
Os negócios mais cedo Martelly com a banda de soldados wannabe, cuja causa ele suporta politicamente, o mais provável uma solução pacífica para esta provocação desnecessária poderia ser alcançado . De acordo com as resoluções do Conselho de Segurança genéricos, apenas duas forças armadas são atualmente considerados legítimos no Haiti: a Minustah e da Polícia Nacional Haitiana. Michel Martelly pode acalmar a situação pedindo este bando de desajustados para que deponham as armas e ir para casa ou deixar o país sofrer outra humilhação nas mãos dos estrangeiros, o que é garantido dada a superioridade militar da MINUSTAH.
Como o presidente haitiano pretende resolver estas questões permanece palpite de todos. Mas, no mundo da conspiração-prone da política haitiana, Michel Martelly é provável que lançou-se como vítima das forças obscuras, omitindo a sua responsabilidade para a deterioração da situação. Se eu tivesse apenas um militar à minha disposição, o presidente deve estar dizendo para si mesmo, meus inimigos não seria tão destemida em desafiar a minha autoridade. Bem, Sr. Presidente: você reintroduziu a ideologia como um componente essencial na política do Haiti, a situação atual, deve ser dito, vem com o território. Surpreendentemente, muitas pessoas influentes fora do círculo interno do presidente também defendem sua visão distorcida de forças sinistras que tentam desestabilizar a nova ordem. Um deles, Frank Etienne, o educador renomado e autor do Haiti, em um conselho não solicitado para Martelly, comentou: "Você entrou em um pântano onde há crocodilos, jacarés, todos os tipos de feras, existem criaturas invisíveis, mesmo que pudesse rasgar o seu ... "
As criaturas invisíveis, que Frank Etienne aludido, pode ser Jean-Bertrand Aristide, o ex-presidente, e seu "hordas unreconstructed Lavalas" cuja posse truncado no leme impulsionado Haiti em um período de estado patrocinado pela criminalidade e o limiar de anarquia (um propagada largamente mas desacreditados teoria). Deve-se notar que conselheiros mais próximos do presidente pertencer a um setor anti-populista, que vê Jean-Bertrand Aristide como a personificação do mal e está pronto para segurá-lo responsável pela situação atual no Haiti.Tal raciocínio será automaticamente aceito pela comunidade internacional, que abraçou este absurdo, já em 1991, quando apoiou a retirada de sangue de Aristide, em seguida, o primeiro presidente democraticamente eleito do Haiti, pelos militares. Os rumores de um possível indiciamento do ex-presidente sob a acusação de tráfico de drogas, que até mesmo o DEA (Drug Enforcement Administration) não podiam provar, são consistentes com as táticas de intimidação de Michel Martelly e seus asseclas.
Na política, como em guerras, o melhor descontraído planos nunca funcionou adequadamente.Ministério Público Aristide, que ainda comanda considerável apoio popular no Haiti, é um campo minado político que pode voltar a assombrar a equipe no poder, que pode já ter sacudido as hordas letárgica do Lavalas fora de seu estupor. Rumores não existem na política, são apenas questões polêmicas que precisam de revisão pública antes da implementação. A ameaça de processar o ex-presidente era um balão de ensaio destinado a avaliar o sentimento do público que, a equipe no poder acredita, pode ter mudado depois de quase uma década de propaganda implacável e sete Aristide anos no exílio durante o qual ele foi impedido de definir pé no Hemisfério Ocidental.
Superar o poder arraigado de determinados grupos que controlam o sistema político em qualquer país exige uma personalidade formidável. Martelly pode ser verdadeiro em seu desejo de levantar haitianos empobrecidos de sua situação invejável, mas tem de lidar com esses grupos poderosos que atuam como guardiães do destino da nação. Por muitas razões óbvias, eu duvido muito que o presidente haitiano, apesar de seus sucessos comemorados como um músico e empresário, pode superar o desafio da reforma do sistema político podre Haiti. Sua nomeação de Bernard Gousse para o cargo de primeiro-ministro no início de sua presidência foi a indicação mais clara de sua disposição deferente em relação a esses grupos de interesse, cujo núcleo filosofia permanece: o fim justifica os meios.
Sem o conhecimento de Michel Joseph Martelly, cujo improvável ascensão ao Presidência do Haiti continua a confundir muitos haitianos, ele é tão dispensável a esses grupos como a sua nemesis Jean-Bertrand Aristide. A personalidade do presidente haitiano não-conformista, que o catapultou para o estrelato no mundo da música, é, neste momento, sua maior responsabilidade.Quando uma pessoa entra na arena política, ele ou ela implicitamente concorda em jogar pelas regras. Estilo imperial Martelly do governo eo comportamento pessoal são imprópria de um político e presidente de um país. Neste momento, ninguém pode determinar com precisão se o Haiti está se movendo para a frente ou para trás.
ddjougan@gmail.com

Nota à Impressa MRE - Formação do Novo Governo do Haiti

Formação do Novo Governo do Haiti

Nota nº 126 - MRE

Formación del Nuevo Gobierno de Haití
16/05/2012 -

O Governo brasileiro saúda a conclusão do processo de formação do novo Governo do Presidente Michel Martelly, no Haiti, e expressa confiança em que o aval concedido pelo Parlamento haitiano ao Gabinete e à Direção de Política Geral apresentados pelo recém-confirmado Primeiro Ministro, Laurent Lamothe, permitirá a intensificação dos esforços voltados para o desenvolvimento do país.

***

El Gobierno brasileño saluda la conclusión del proceso de formación del nuevo Gobierno del Presidente Michel Martelly, en Haití, y expresa confianza en que el apoyo concedido por el Parlamento haitiano al Gabinete y a la Dirección de Política General presentados por el recién confirmado Primer Ministro, Laurent Lamothe, permitirá la intensificación de los esfuerzos centrados en el desarrollo del país.

Haiti Despreparados em face ao ressurgimento da cólera

Médicos Sem Fronteiras
Traduzido Automaticamente.


Haiti 2011 © Frederik Matte / MSF
Os pacientes afetados pela cólera recebem tratamento em um 
centro de tratamento de cólera MSF em Port-au-Prince.

PORT-AU-PRINCE, 09 de maio de 2012.
Cólera casos estão em ascensão no Haiti após o início da estação chuvosa, eo país não está adequadamente preparado para combater a doença mortal, as internacional Médicos Sem Fronteiras organização humanitária Médicos / Sans Frontières (MSF) disse hoje.

Enquanto Ministério da Saúde do Haiti e Populações afirma estar no controle da situação, as unidades de saúde em muitas regiões do país continuam sendo incapazes de responder às flutuações sazonais da cólera epidemia. O sistema de vigilância, que é suposto acompanhar a situação e dar o alarme, ainda é disfuncional, MSF disse. O número de pessoas tratadas por MSF só na capital, Port-au-Prince, quadruplicou em menos de um mês, chegando a 1.600 casos em abril. A organização aumentou a capacidade de tratamento na cidade e na cidade de Léogâne, e está se preparando para abrir sites adicionais de tratamento no país. Cerca de 200 mil casos de cólera foram notificados durante a estação chuvosa do ano passado, entre maio e outubro.

"Muito pouco tem sido feito em termos de prevenção a pensar que a cólera não surgiria novamente em 2012", disse Gaëtan Drossart, MSF chefe de missão no Haiti."Isso é preocupante que as autoridades de saúde não são bem preparados e que eles se agarram às mensagens tranquilizadoras que não têm qualquer semelhança com a realidade. Há muitas reuniões em curso entre o governo, as Nações Unidas e seus parceiros humanitários, mas há poucas soluções concretas ", disse ele.

Um estudo de MSF na região de Artibonite, onde cerca de 20 por cento de casos de cólera foram notificados, revelou uma clara redução das medidas de prevenção da cólera desde 2011. Mais da metade das organizações que trabalham na região no ano passado já não existem mais. Além disso, centros de saúde têm falta de medicamentos e alguns funcionários não foram pagos desde janeiro.

"A chuva é apenas um dos fatores de risco para contaminação. Mas assim como o fim das chuvas, a cólera desaparece e financiamento pára até a próxima estação chuvosa, em vez de dinheiro a ser canalizado para actividades de prevenção da cólera. Como conseqüência, as pessoas ainda são altamente vulneráveis ​​quando a cólera volta ", disse Maya Allan, epidemiologista de MSF.

A maioria dos haitianos não têm acesso a latrinas, e obtenção de água potável é um desafio diário. Dos sobreviventes meio milhão de Janeiro, 2010 terremoto que continuam a viver em campos, menos de um terço são fornecidos com água potável e apenas um por cento recebeu recentemente sabão, de acordo com um abr 2012 a investigação pela Direcção Nacional do Haiti de Abastecimento de Água e Saneamento.

"Conselhos de higiene é de pouca utilidade se as pessoas são incapazes de pôr em prática", disse Drossart. "As pessoas precisam urgentemente os meios para proteger-se contra a cólera."

Embora a vacinação de cólera a ser utilizado em algumas partes do Haiti pode ajudar a controlar a doença, não é uma solução à prova de falhas. A vacina confere imunidade por cerca de três anos e é estimada em apenas 70 por cento eficaz. Somente grandes melhorias de água do Haiti e sistemas de saneamento proporcionará soluções duradouras para a epidemia, mas isso levará tempo.

"A prioridade hoje é salvar vidas", disse Drossart. "Todos os agentes de saúde no Haiti precisa para começar a trabalhar nesse sentido imediatamente."

Uma vez que a cólera surgiu no Haiti em outubro de 2010, 535.000 pessoas foram infectadas e mais de 7.000 pessoas morreram, de acordo com o Ministério da Saúde e Populações. Até à data, MSF tratou mais de 170.000 pessoas, ou 33 por cento do total de casos, em todo o país.

Vacinas começam em um Haiti devastado pela cólera

NYTimes.com


Damon Winter / The New York Times
Um trabalhador limpa a área de entrada na frente de um tanque de retenção
no primeiro centro de tratamento de esgoto do Haiti, fora Port-au-Prince.

Por Deborah Sontag
Publicado em: abril 12, 2012
Traduzido Automaticamente.

Um ano e meio depois de cólera tocou pela primeira vez no Haiti , uma parcela minúscula da população na quinta-feira começou a ser vacinadas contra a doença pela água que já infectou mais de 530.000 haitianos e matou mais de 7.040.

Os organizadores da campanha de vacinação, que vêm pressionando a fazer isso desde o início da epidemia, abriu seu último obstáculo político nesta semana, quando um cidadão bioética comitê aprovou o seu plano de usar todas as doses disponíveis da vacina para imunizar a cólera mais barato cerca de 1 por cento do população.

Na quinta-feira, dezenas de milhares de moradores de favelas em Port-au-Prince teve sua primeira de duas doses da vacina oral, Shanchol; dezenas de milhares de moradores das áreas rurais de um cultivo de arroz comunidade perto de St. Marc começará neste fim de semana. A segunda dose será administrada em duas semanas.

Os organizadores - Partners in Health e Gheskio, que também colaboram em HIV e AIDS - tinha a esperança de vencer as chuvas de primavera que se espalham o germe da cólera.Mas eles encontraram um obstáculo imprevisto e as chuvas já começaram a molhar o país, causando inundações e um aumento nos casos.

O obstáculo à tona em março, quando uma estação de rádio haitiana levantou questões sobre a campanha de vacinação, que tinha sido aprovado pelo ministro da Saúde do Haiti no ano passado.

A estação de rádio perguntou se a campanha poderia ser visto como uma experiência médica utilizando os haitianos pobres como cobaias, o que levou o comitê de bioética para tomar a questão.

Ao anunciar esta semana que o "projeto piloto" iria avançar, Dr. Gabriel Timothée, diretor-geral do Ministério da Saúde haitiano, disse: "Este não é um estudo, não é um teste de vacina, não é um experimento."

O uso de vacina contra a cólera no Haiti foi cercado de controvérsia desde o início da epidemia em meados de outubro de 2010.

Autoridades mundiais de saúde inicialmente se opôs a vacinação, citando custo, os desafios logísticos e de suprimentos de vacina limitados.

Shanchol ainda estava sob análise da Organização Mundial da Saúde, em seguida, "com preocupações significativas em que a revisão sobre a segurança e boas práticas de fabricação", disse Jon Kim Andrus, vice-diretor da Organização Pan-Americana.

Mas os defensores argumentaram que a vacina poderia salvar vidas, reduzir o número de casos e ganhar tempo até que de longo alcance, como soluções de sistemas de água e saneamento poderiam ser postas em prática.

Chamaram para acelerar a aprovação de Shanchol, para aumentar a produção de vacinas através da oferta de compromissos de compra e fabricantes para a utilização de doses disponíveis para imunizar as pessoas especialmente vulneráveis.

Autoridades de saúde mundiais finalmente aprovada uma campanha de julgamento, mas o governo haitiano não queria mexer problemas políticos, escolhendo quem iria receber a vacina.

O tempo passou, um novo governo assumiu o poder; Shanchol, que é fabricado na Índia, foi aprovado. E a campanha de vacinação começou pequena, com os organizadores esperando que ele irá ter sucesso e levar a um uso mais amplo da vacina no Haiti.

"É a coisa ética e justa a fazer", disse o Dr. Paul Farmer, co-fundador da Partners in Health. "Se a cólera explodiu nos Estados Unidos como o fez no Haiti, todo mundo teria chegado a vacina até agora."

"Mestres do Haiti" - 1950-1980

NYTimes.com

Por Roberta Smith
Publicado em: 05 de abril de 2012
Traduzido automaticamente.


Edward Thorp Gallery
"Galo e pintainhos" Peterson Laurent da década de 1950
no desfile Edward Thorp Gallery de pintores haitianos.

Não é novidade que as pinturas foram feitas extraordinários no Haiti durante grande parte do século 20. Os artistas, em grande parte autodidata, começou a se tornar conhecido na década de 1940, quando o Centre d'Art, em Port-au-Prince, que ofereceu estúdios, salas de aula e galerias, foi fundada. Ainda assim, a sua realização, como a de tantos chamados outsiders, ainda tem que encontrar um lugar na história da arte mainstream. Daí a necessidade de continuar - e emoção - de galeria mostra como este.

O Edward Thorp Gallery montados dois anteriores mostra Haiti: uma exposição de pinturas, bandeiras vodu lantejoulas e ferragens em 2007 e um estudo sobre a pintura em 2008. Esta uma zeros em quatro grandes talentos, apresentando suas pinturas muitas vezes pequenos em quantidade, o que é raro. Variados temas da mostra e estilos enfatizam a mistura superaquecida de vida cotidiana, a fé vodu, turbulência política incessante e beleza natural do Éden, junto com as tradições européias e Africano folclóricos, que dão pintura haitiana sua força e pungência especial, e sua plasticidade fervoroso.

Existe algo implicitamente tenso nas cenas rurais e as flores preferidas pelos Wesner La Floresta (cerca de 1927-1965), cujo sentido espacial tem muito em comum com a de Bill Traylor, o mestre americano de silhuetas tensas , mas cujas cores e superfícies são o seu própria. Peterson Laurent (1888-1958) pintado desfiles e igrejas elaborados, mas parece mais em casa com densas, renderings quase alucinatórias de flores e criaturas, como o monumental "Galo e pintainhos", ou uma cena de peixes brincando que inclui um cruzador de batalha norte-americana no distância. O grande Odilon Pierre (1933-1998) trabalhou em uma variedade de estilos, a partir de imagens brutas de punhos erguidos e rostos frenéticos para paisagens impactados onde as pessoas, animais e árvores disputam espaço em meio a cores mutáveis ​​e texturas de pintura. Neste contexto, os pontos de vista de grande angular de vilas e portos de Bourmand Byron (início de 1920-2004) são exemplos de uma relativa serenidade da superfície, mas o seu ar de fantasia pode virar pesadelo, como faz em "O Sacrifício Village," que detalha um voodoo cerimônia com toques de vermelho.

Este é um show surpreendente, e não menos para as maneiras pelas quais os artistas se combinam e recombinam aspectos da paisagem, o protesto realismo, social e pintura de história, sem sacrificar o que o mundo da arte leilão gosta de chamar de "tomada de parede." Ele nos lembra que esse poder vem em todas as formas e tamanhos e mais confiável do cadinho da vida. Ele também nos lembra que grande parte da história da pintura moderna continua a ser escrito, e que ele só pode ficar maior, mais confusa e melhor.

"Quando o tambor está batendo", Sobre Orquestra Setentrional

NYTimes.com

Por Larry Rohter
Publicado em: 10 de abril de 2012
Traduzido automaticamente.

Por 6 décadas, o som da Boa Nova no Haiti


Productions MCT
Um concerto em Cap-Haitien, Haiti, superior, no filme "Quando o tambor está batendo", sobre a Orquestra Setentrional. mais fotos »


Desde a fundação da Orquestra de Setentrional , em 1948, terra natal da banda, Haiti, enfrentou a ditadura da família quase três décadas Duvalier, 26 outros governos, uma intervenção estrangeira, um terremoto devastador e, mais recentemente, uma epidemia de cólera .

Através de tudo isso Septen, como o grupo é conhecido por seus fãs, que tem sido rara entidade haitiano que funciona na perfeição.

No palco, se jogando um salão elegante ou um festival ao ar livre no campo, Septen é um dínamo, com uma combinação estonteante de tambores e cornetas de condução dançarinos em seus pés.Mas, para os haitianos, a capacidade Septen de prosperar quando todo o resto parece estar caindo aos pedaços faz a orquestra algo mais - um baluarte e um consolo.

"Eles criaram uma instituição comunitária que é realmente diferente de tudo no Haiti", Gage Averill, autor de "Um Dia para o Hunter. Um dia para o Prey: Música Popular e Poder no Haiti "e um etnomusicólogo da Universidade de British Columbia. "É incrível. Poucos países podem falar das oscilações políticas e desafios econômicos que o Haiti pode, mas aqui está esta orquestra que, mesmo que muda com os tempos, tem esculpido um som distinto e abordagem para fazer música. Em termos de longevidade e de impacto, eles são notáveis. "

Embora pouco conhecido fora do Haiti e sua diáspora, Septen está desfrutando de um surto de atenção. A banda é o tema de um novo documentário de Whitney Dow,"quando o tambor está batendo", que será transmitido nacionalmente em PBS, na noite de quinta-feira (no domingo em Nova York e Los Angeles) e está no meio de um norte-americano tour que inclui três compromissos neste fim de semana na área metropolitana de Nova York.

"Porque a música não é apenas uma fonte de entretenimento, mas um dos principais elementos dentro da cultura haitiana, que oferece um caminho diferente para o país", disse Dow disse quando perguntado o que o motivou a fazer o filme. "O Haiti é sempre definido pelo seu problema atual, mas pela mistura de música e história, você pode mostrar pontos fortes, bem como os pontos fracos.E Septen é definitivamente uma dessas forças. "



Piotr Redlinski para The New York Times
O cantor Roger Colas Jr. é na nova geração da Orchestre Setentrional, cuja longa história é contada em "Quando o tambor está batendo", na PBS. Mais Fotos »

Como muitos conjuntos haitiano, base rítmica do Septen inspira-se fortemente sobre as partes de bateria complexos tradicionalmente tocadas em cerimônias de vodu e festivais.Em anos mais recentes, a banda incorporou diversos estilos de guitarra de fora Haiti, o mais importante é o funk da galinha riscos e os padrões de luz e arejado típicos da Francofonia afro-pop ouvida em estações de rádio haitianas.

Mas a marca registrada da banda continua sua seção de metais grande cubano derivado .Hulric Pierre-Louis, um dos fundadores Septen e seu maestro por muitos anos, costumava contar histórias de como como um homem jovem que cresce em Cap Haitien, no litoral norte, ele iria ouvir estações de rádio em Santiago, Cuba, por outro lado da Windward Passage estreito, e transcrever a música que ele ouviu vindo das ondas.

"A música do Haiti é uma mistura de um monte de ritmos e estilos diferentes de um monte de lugares - da África, Europa, Caribe, América Latina", disse François Nikol Levy, um tecladista conservatório treinado e arranjador que durante a última década foi diretor musical da orquestra. "Você vai ouvir que mélange nas canções Septen escreve e toca."

O filme de Dow, tiro de 2006 a 2010, capta Septen em uma fase de transição. Os jogadores mais jovens, mergulhada em funk e jazz, estavam sendo levados para a banda para manter seu som atual, eo desconforto de alguns dos veteranos é palpável.

"Hoje, algumas pessoas estão tentando mudar o som do Septen", Michel Tassy, ​​um cantor que se juntou a orquestra em 1963 e está agora com 68 anos, queixa-se para a câmera. "Se você fizer isso, você é pego no fogo. Eu preciso de um pouco de respeito da instituição. Sem isso, as coisas não irão funcionar. "

Sr. Tassy permanece na orquestra e ainda canta vantagem sobre muitos de seus maiores sucessos. Mas a liderança no palco passou claramente para Jocelyn Alce, um baixista que diz: "Eu sou o motor da banda," e não se importa interjecting floreios que lembram Stanley Clarke ou Larry Graham na música.

No momento, o mais jovem membro do Septen, contratado em dezembro, é um saxofonista de 19 anos de idade. Ele não é sobre a atual turnê - como é costume da banda, ele ainda está para trás no repertório Haiti aprendizagem Septen de mais de 500 composições originais, em estilos que vão do fast-moving merengues para retardar e boleros românticos. Mas ele representa a quinta geração de músicos na banda, que números de 14 a 19; Sr. Tassy é da segunda geração.

"É algo delicado que as pessoas não gostam de falar, mas temos que se preparar para a próxima geração" de ambos os músicos e fãs, disse Ulrich Pierre-Louis, filho do fundador Septen que também é empresário da banda. "Os haitianos nos consideram sua própria banda, e precisamos manter a lealdade dos fãs, se quisermos sobreviver."

Orquestra Setentrional do Haiti

Quando em turnê no Haiti, Septen viaja por estradas notoriamente decrépitos do país em seu próprio ônibus, com um caminhão carregando instrumentos da orquestra, partituras e geradores elétricos, necessários sempre que poder sair, o que é muitas vezes. Esse caminhão foi roubado de um show alguns anos atrás, forçando o Sr. Levy reescrever muitos dos arranjos da memória.

Para sobreviver no clima severo e imprevisível do Haiti política, Septen vezes tem feito acomodações.Características Mr. Dow filme, por exemplo, a canção "presidente vitalício", uma homenagem a François Duvalier, o ditador conhecido como Papa Doc, que retrata os haitianos tão feliz e próspera sob seu governo repressivo.

Acontece, porém, que a canção foi escrita sob coação.Como o senhor mais velho Pierre-Louis conta a história do filme, um membro de Duvalier Tonton Macoute força paramilitar entrou em uma boate onde Septen estava jogando, e pulverizado os dançarinos e coreto com fogo de metralhadora, matando um membro da orquestra. "Nós não queremos mais problemas", disse Pierre-Louis, que morreu em 2009 aos 79 anos, disse ao Sr. Dow.

Septen, na sua maioria evitou problemas e conseguiu se manter à tona financeiramente, lutando para se tornar uma entidade independente e autônoma que, em contraste com outras bandas, não tem que contar com promotores externos, gravadoras ou patronos políticos. A banda ainda opera a sua própria discoteca, o Vert Feu, ou Light Green, em Cap-Haitien, que funciona como um espaço de ensaio e escritório.

"Eles tiveram a prudência de não ser dependente de outras pessoas e em vez disso construir sua sede própria e criar seu próprio contexto de sua música", disse Averill, o etnomusicólogo. "Que eles têm um plano de negócios e ter sido capaz de criar essa presença entre as gerações é uma realização do sinal."

"Eles fizeram alguma coisa", ele acrescentou, "que ninguém mais foi capaz de tirar."

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Nova etapa do governo do Haiti conta com o apoio do Brasil, diz Itamaraty

DCI Diário Comércio Indústria & Serviços

BRASÍLIA - Segundo o novo primeiro ministro do país, Laurent Lamothe, com o apoio da solidariedade internacional, o Haiti vai tentar 'voar com suas próprias asas'...

Agência Brasil

BRASÍLIA - O governo do Brasil expressou nesta quarta-feira (16) confiança na nova etapa do governo do presidente do Haiti, Michel Martelly. O presidente conseguiu a aprovação no Congresso do nome do primeiro-ministro, Laurent Lamothe, e de sua equipe. Lamothe prometeu concentrar seus esforços na tentativa de melhorar a situação de vida no país. O Haiti é o país mais pobres das Américas.

“O governo brasileiro saúda a conclusão do processo de formação do novo governo do presidente Michel Martelly, no Haiti, e expressa confiança em que o aval concedido pelo Parlamento haitiano ao gabinete e à direção de política geral apresentados pelo recém-confirmado primeiro-ministro, Laurent Lamothe, permitirá a intensificação dos esforços voltados para o desenvolvimento do país”, diz a nota do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, lembrando que o nome de Lamothe foi aprovado no começo deste mês.

Nos últimos dias, Lamothe concluiu as nomeações de sua equipe. Segundo ele, com o apoio da solidariedade internacional, o Haiti vai tentar “voar com suas próprias asas”, mas esse momento ainda não chegou.

Lamothe disse ainda que está empenhado em promover eleições para o Senado, em novembro. Ele acumula os cargos de primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Haiti. Nos quatro anos de seu mandato, Lamothe quer priorizar o combate à pobreza extrema.

O primeiro-ministro pretende ampliar o sistema de limpeza urbana, garantindo condições adequadas principalmente em Porto Príncipe, capital do Haiti, e à execução de um plano de manutenção de estradas que gerará empregos, além da criação de um sistema de seguridade social.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Acre: exemplo na formação de agentes comunitários de saúde. Um sonho para o Haiti!

Agência Notícias do Acre

O governo do Acre, por meio da Escola Técnica de Saúde Maria Moreira da Rocha, do Instituto Dom Moacyr (IDM), participou do X Congresso Internacional da Rede Unida. O evento reuniu nos dias 8 e 9 deste mês, na cidade do Rio de Janeiro, educadores e gestores do Brasil, Espanha, Itália, Nigéria, Portugal, Venezuela, Cabo Verde, Inglaterra, Colômbia, Peru, Argentina, Cuba e Haiti. Eles discutiram assuntos relacionados às ações de atenção primária na saúde pública e a formação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

“A relevância desse congresso constituiu em apresentar a experiência da formação técnica dos Agentes Comunitários em Saúde, sendo que apenas o Acre, Rio de Janeiro e Tocantins realizaram, até o momento, a formação desses trabalhadores”, explicou Anna Lúcia Abreu, coordenadora-geral da Escola Técnica de Saúde Maria Moreira da Rocha.

Anna, que fez parte como convidada da mesa “Histórico da Formação Técnica do Agente comunitário no Brasil”, ressaltou a importância da participação do Estado em um evento dessa natureza, comemorando os resultados da experiência do Acre na formação de agentes comunitários. “Em 2010, nós formamos 350 ACS em Rio Branco, todos trabalhadores em serviço pelo SUS. E hoje o curso de Técnico em Agente Comunitário em Saúde continua sendo oferecido em vinte dos 22 municípios acreanos, com 30 turmas, alcançando um total de 915 educandos em formação.”

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Esse é uma das Ações que podemos desenvolver aqui no Haiti através do Projeto Por um Novo Haiti. A formação de Agentes de Saúde Comunitários, a partir dos Centros de Desenvolvimento Integral, possibilitaria não apenas a melhoria na qualidade de vida física das comunidades, como também uma importante ferramenta para o envolvimento cristão com a transformação comunitária integral!

Se você tem conhecimento com esses  profissionais acreanos, e puder estabelecer pontes para formarmos parcerias aqui no Haiti, entre em contato pelo email: juntosporumnovohaiti@gmail.com.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sopa Receita Joumou - Sopa da Liberdade!

Pra quem gosta de cultura e culinária, ta aí a Sopa da Liberdade!
Era um prato dos Colonizadores, e os escravos não tinham acesso, até à sua Independência. A partir daí, anualmente, no dia 1º de Janeiro (Dia da Independência) eles a celebram degustando essa prato tipicamente Haitiano. Uma boa dica para as Feiras Missionárias no Brasil!


Sopa Receita Joumou
Sexta-feira, 4 de marco de 2011 16:24



O prato monumental da Revolução haitiana, Sopa Joumou, sopa de abóbora, E o Prato De conquistadores. E tradicionalmente servido no Dia da Independência do Haiti, 01 de janeiro, Como hum começo Saudável par o Outro ANO.

Ingredientes
- 1 kg de carne faça Pescoço OU rabo de boi
- 1/2 limão
- Sal fino
- Esmagado pimenta preta
- Água (Suficiente parágrafo cobrir uma carne; Mais Água podem Ser adicionados Mais Tarde parágrafo ajustar uma consistência)
- 2 kg abóbora, descascados e cubbed (alternadamente, utilizar abóbora enlatada)
- 1 cebola Pequena Cortada los cubos
- 2 Talos cebolinha verde picada
- 4 Dentes de alho amassados
- 1 alho-Poró picado
- Um punhado de salsa Pequeno fresca Folha plana (Cerca de 3 ramos), picada
- Um Grupo de Tomilho fresco Pequeno (Cerca de 3 ramos), picada
- Bushel hum caloroso de espinafre
- 1 pimentão verde picado
- 3 Talos de AIPO picado
- 1/2 Cabeça de repolho verde picado
- 6 batatas Pequenas, descascadas e in cubos
- 3 cenouras picadas Grandes
- 1/2 colher de chá de noz-moscada
- 1 colher de chá de pimenta
- 1/4 R aletria macarrão OU macarrão
- Domnbwey (bolinhos de sopa)

INSTRUÇÕES
1 - em uma tigela UMA carne, limpë com Água Quente de limão e, EM seguida, Tempere com sal e pimenta.
2 - Pique los cubos e deixe marinar uma carne nd cebola, cebolinha, alho, salsa e Tomilho. Leve à Geladeira Coberto Durante A Noite (alternativamente, tornando si mesmo dia, reservado parágrafo UMA Duas Horas uma).
3 - Em UMA panela Pequena, meia Cheia de Água (talvez 2 xícaras), abóbora cozinhar comeu Ficar Macio, CERCA DE 30 Minutos. mash / purê de abóbora nd panela.
4 - em UMA panela, cozinhe um Tampe e Carne COM 1 xícara de Agua in Fogo Baixo YET 30 Minutos.
5 - Adicionar abóbora pura (adicionar xícara Adicional de Água si necessario) e deixe Ooh POR Aproximadamente 30 Minutos.
6 - Adicionar o espinafre, pimentão, AIPO, repolho, batata, Cenoura, noz-moscada e pimenta. Cozinhe Descoberto POR 20 minutos.
7 - Adicionar macarrão e bolinhos. Cozinhe Coberto Durante 10 minutos. adicionar sal marinho e pimenta do Reino a Gosto.
Sirva com pão Francês Quente com manteiga OU haitiana.

sábado, 5 de maio de 2012

UE destaca necessidades enormes dois anos depois do sismo no Haiti

Notícias - RTP
Lusa05 Mai, 2012, 07:44

A delegação da União Europeia (UE) no Haiti defende que ainda há muito por fazer no âmbito do processo de reconstrução colocado em marcha, depois do sismo, de janeiro de 2010, que causou mais de 300 mil mortos.


"Estamos conscientes de que há necessidades em áreas muitos específicas (...) e as necessidades são enormes", disse o encarregado de negócios da UE no Haiti, João de Santana, no âmbito da visita do chefe de operações do Departamento de Ajuda Humanitária (ECHO), Steffen Stenberg, ao país.

O mesmo responsável apontou a necessidade de "todas as forças vivas da nação" realizarem "um esforço" comum para levar adiante a reconstrução do Haiti, o país mais pobre da América.

"Há muitos desafios por responder", entre os quais o realojamento das centenas de milhares de vítimas do sismo de 2010, sublinhou o diretor do ECHO.

Steffen Stenberg qualificou de "dolorosa" a situação das pessoas afetadas que ainda vivem em tendas, em zonas de risco, sobretudo numa altura em que o Haiti entra na época das chuvas de monções, apesar de ter considerado "muito positivo" o balanço dos trabalhos realizados pela UE no país.

"Penso que se alcançaram alguns progressos", destacou o mesmo responsável.

A comissão reafirmou o seu apoio ao país, que recebeu uma ajuda humanitária de 175 milhões de euros para os últimos dois anos.

DM.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Haiti: deputados aprovam Laurent Lamothe como premiê

Terra Notícias:

A Câmara dos Deputados do Haiti ratificou na quinta-feira o nome de Laurent Lamothe como primeiro-ministro da ilha, confirmando assim a designação do presidente Michel Martelly.

Lamothe recebeu o apoio de 62 deputados. Três votaram contra e dois optaram pela abstenção. O Senado do Haiti havia aprovado a indicação de Laurent Lamothe no início de abril.

Lamothe, nascido em agosto de 1972, foi designado por Martelly em março para substituir Garry Conille, que renunciou de maneira surpreendente após passar apenas quatro meses no cargo.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

No Haiti, morrem 630 mulheres para cada 100 mil crianças nascidas, diz OMS

Rede Brasil Atual
Por: Renata Giraldi, da Agência Brasil

Brasília – O Haiti, o país mais pobre das Américas, registra um dos piores índices mundiais de mortes de mulheres durante o parto ou devido a complicações na gestação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a cada 100 mil nascimentos, 630 mulheres morrem por complicações na gravidez ou em decorrência de problemas no parto.

Desde 2009, a OMS implementa no Haiti um programa em parceria com o governo na tentativa de melhorar o atendimento às gestantes. De acordo com dados divulgados ontem (1º), quatro em cada cinco mulheres que usam o serviço público de saúde disseram estar satisfeitas com a assistência recebida.

Pelo estudo, no período de 2008 a 2012, 137 mil mulheres grávidas foram atendidas por meio da parceria entre a OMS e o governo do Haiti. O custo total desses atendimentos chegou a US$ 10 milhões. O programa de combate à aids doou ainda US$ 20 milhões para ampliar o atendimento às crianças com até 5 anos.

O atendimento à saúde pública no Haiti é um dos principais desafios do governo do presidente Michel Martelly. Martelly enfrenta ainda as dificuldades causadas pelo terremoto de janeiro de 2010, que destruiu parte do país e matou mais de 220 mil pessoas.
Haiti Tour of Hope 2012
(Conexão Haiti JMM - Janeiro 2012)