quarta-feira, 23 de junho de 2010

Kaká critica colunista da Folha e se diz perseguido por ser religioso

Kaká critica colunista da Folha e se diz perseguido por ser religioso
Folha.com

Fico estarrecido com a parcialidade que a Imprensa, especialmente a esportiva, realiza seu trabalho dito profissional. Nesses dias de Copa do Mundo, o que muito tenho ouvido e visto são comentaristas, locutores, jornalistas, repórteres e vários outros tipos de "profissionais" da informação utilizando-se dos seus espaços, a maioria em cadeia nacional (e internacional), para proferirem ofensas, julgamentos, fofocas (sim, porque dar notícias ou opiniões sem fundamentação não é criticar, mas, fofocar), mentiras, injúrias e calúnias em nome da liberdade de expressão.

Liberdade de expressão não é um direito para ferir, matar, desonrar, injuriar, caluniar, ofender, julgar, sentenciar e executar seja lá quem for, e por qual motivo for. Principalmente, quando o réu não pode se defender, não está presente para exercer o direito de resposta, não lhe é oportunizada a mesma audiência, o mesmo tempo e as mesmas condições para sua defesa, nem mesma prévia.

Me impressiona, mais ainda, a descarada falta de humildade da maioria desses senhores e senhoras profissionais. Não satisfeitos em falar o que querem, de quem e como querem, são incapazes de reconhecer suas mentiras, quando desmentidos pelos fatos seguintes aos seus comentários e afirmativas; são incapazes de proferirem contra si mesmos e com a mesma veemência adjetivos e averbações utilizadas contra seus alvos nada fulgazes quando, pouco ou muito tempo após seus discursos, "descobrem" que não foi bem assim, e que a história não aconteceu como predisseram.

Cadê a liberdade na sua expressão, caro profissional?
Onde está a vida naquilo que diz e promove ao proferir seus discursos capazes de alcançar multidões?
Há oportunidade para todos ou oportunismo seu e para alguns ao utilizar-se da comunicação de massa?

"Porque pelas tuas palavras serás salvo, e pelas tuas palavras serás condenado".

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Fanáticos torcem pelo Brasil no Haiti

Fanáticos torcem pelo Brasil no Haiti

Jornal da Manhã - 37 anos

disseram que o Haiti é aqui!

Lendo essa matéria do José Antônio Marujo, posso dizer que o Haiti é Brasil!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Noticias de Prensa Latina - Haitianos iludidos com a estreia do Brasil no Mundial de futebol

Haitianos iludidos com a estreia do Brasil no Mundial de futebol
Prensa Latina

Aqui está mais uma confirmação do que tenho compartilhado com alguns amigos e Igreja:

Precisamos orar para que o Brasil seja campeão da Copa do Mundo deste ano. Por Missões!!!

Não se trata de apaixonite aguda ou heresia esportiva. Deus não é brasileiro, muito menos torcedor de futebol. Contudo, o desempenho da Seleção Brasileira na Copa da África do Sul poderá proporcionar um dos momentos mais oportunos que a Igreja Cristã, e especialmente a Brasileira, já experimentou em toda sua história. O mundo se abrirá, em definitivo, para nossas cores verde-amarelo, para nosso povo hexacampeão, pelo nosso futebol, pela nossa presença global, pela nosso carisma singular, e, países fechados ao Evangelho (ou você acha que é alguma coincidência enfrentarmos na estréia da Copa ninguém menos que a Coréia do Norte - um nos cinco países mais fechados do mundo?), etnias de diferentes nações e crenças, todos terão suas portas abertas para receber um brasileiro, um hexacampeão, um canarinho verde-amarelo, ainda que ele tenha um livro de capa preta em sua mão, que compartilhe do seu Deus com sua gente, isso não será mais barreira (e é claro que levo em consideração as estratégias, a necessidade da contextualização, do respeito e tolerância cultural e religiosa que são distintivas dos nossos missionários, especialmente, os Batistas).

Essa matéria também nos proporciona uma reflexão profunda quanto ao poder que o Futebol exerce sobre pessoas e povos. Como o nosso futebol pode contribuir em muito para a reconstrução do Haiti. E como essa ferramenta precisa ser melhor aproveitada pela Igreja do Século XXI.

Vamos lá, Brasil!
Rumo ao Hexa, por Missões!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Entulhos de uma cidade destruída tiram a paciência dos haitianos

Entulhos de uma cidade destruída tiram a paciência dos haitianos
Yahoo! Notícias

Lendo essa matéria, confesso, sou tomado por incertezas quanto ao futuro do Projeto "Por um Novo Haiti". O sonho em participar da reconstrução integral dessa Nação Caribenha - paixão cravada no peito pela própria mãe de Deus! - continua latente e pulsante no meu coração e mente. Mas, vendo que até as ONG's correm um sério risco de serem estigmatizadas pelo povo que amo, e que a MINUSTAH tem sido vista apenas como tropa de ocupação, torna o quadro mais que preocupante. A instabilidade política, a lentidão e desarticulação organizacional e cooperativa, e as artimanhas diabólicas que intentam manter nas trevas o povo criado por Deus e para Ele, somam-se na tentativa de desanimar e iludir não apenas governos e religiosos, civis e militares, haitianos e não-haitianos. Assim, preciso fazer mais uma confissão: "nós não somos dos que retrocedem!"
Por um novo Haiti, sim! Mas, não um Haiti politicamente correto, ocidentalmente democrático, humanamente reconstruído. Isso não! Não foi pra isso que tempestades e terremotos foram permitidos ao Haiti. A Nação mais pobre do ocidente precisa de pães, peixes e água menos que do Pão e da Água da Vida! E é disso que se trata o Projeto Por um Novo Haiti. A reconstrução que o Mundo irá ver não é a feita por mãos de homens, mas, pelo insubstituível e único Poder de Deus!

Senhor,
se ainda perguntas "a quem enviaremos? quem irá por nós?"
lembre-se que minha resposta continua sendo: Eis-me aqui, Senhor! Envia-me a mim!
lembre-se que a resposta da minha família continua sendo: Eis-nos aqui, Senhor! Envia-nos a nós!
lembre-se que a muitos como nós que continuam dizendo: Ei-los aí, Senhor! Envia-os a eles!
Amém!