quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Informativo 003 - Operação Mobilização "Juntos por um novo Haiti"

Há um clamor no Haiti...
"Juntos por um novo Haiti"

Brasília/DF, 20 de janeiro de 2010.

Olá, Irmãos.

Infelizmente, os órgãos responsáveis pela gestão de todo esse processo não conseguem estabelecer um plano que viabilize TRANSPORTE. Hoje a Secretaria Nacional da Defesa Civil me ligou para informar que haviam modificado o processo - que colocava a cargo do doador a entrega ao D Sup no Rio - e que as Regionais estavam com a incumbência de realizar o translado dos mantimentos. Daí, imediatamente liguei para a Defesa Civil do DF e conversei com a coordenadora da operação para o Haiti, Sra Alessandra. No primeiro contato, expliquei como funcionará nossa Operação e solicitei as informações sobre o translado. A resposta que obtive foi que o GDF é quem iria prover o transporte para o Rio, e que não sabia como isso aconteceria, ficando a cargo da Defesa Civil a armazenagem. "Acontece que estamos falando de toneladas de mantimentos que deverão ser catalogados, separados e embalados para um transporte aéreo, o que pressupõe, paletização" - disse à Alessandra! E reforcei sobre a necessidade de termos estrutura para depois arrecadarmos. Diante das exposições, e ciente de que estávamos tratando de algo grande, ela percebeu que, nem mesmo lá, na Defesa Civil, eles teriam condições de armazenar e embalar de acordo com a necessidade. Como o Cmt da Defesa Civil estava em reunião, ela ficou de conversar com ele sobre esses novos aspectos que envolvem a Operação, nossa parceria, e depois me retornar. Poucos minutos, ela me retornou com novas e não tão animadoras informações. O GDF já não irá prover transporte e que eles é que deverão assumir a questão, embora, ainda não saibam como, pois a DC não possui de veículos. Me informou ainda, que está suspensa provisoriamente a arrecadação que fora iniciada exatamente pelo mesmo critério que estamos adotando para permanecer com nossa Operação, ainda, em prontidão: o transporte. Amanhã pela manhã o Cmt da DC irá participar de uma reunião com outros órgãos governamentais aqui do DF para tratar da questão. Solicitei que pudesse participar como representante da sociedade civil que está igualmente preparando uma Operação similar. Mas, foi negado (uma terceira ligação feita pela Alessandra).

Conversei, ainda, com a Presidente da UNEMFA (Esposas de Militares), e elas também não têm canal fechado e contínuo para distribuir as arrecadações, que já estão sendo recebidas e empilhadas – estão com mais de 50 ton aguardando para enviar ao Rio, mas, com a mesma dificuldade que nós e a Defesa Civil: transporte!

Tanto a FAB, o Itamaraty e o GSI, com os quais também conversei hoje, insistem e querer nos remeter para a Defesa Civil acreditando que eles já têm solução para a questão. Ao serem informados que estamos, todos, com o mesmo impasse, registraram o fato e prometeram me retornar pela manhã dessa quarta para darem algum parecer.

Já nos Correios, a secretária do Chefe do Dpto de Relações Institucionais anotou o pedido de urgência para conversarmos sobre uma possível parceria que poria fim ao impasse, mas, somente amanhã pela manhã terei alguma resposta.

Fruto disso permanecemos com a mesma Orientação aos irmãos: NÃO INICIAR QUALQUER TIPO DE ARRECADAÇÃO DE GÊNEROS (água, comida pronta, enlatados para consumo imediato, e similares) AGUARDANDO FECHARMOS O CANAL DE DISTRIBUIÇÃO - que creio, está próximo!

Precisamos, nesse momento, concluir a nossa estrutura, com as seguintes ações:

• Inscrever-se como Pólo de Arrecadação Comunitária: envie um email para juntosporumnovohaiti@gmail.com com Nome da Igreja, Pastor, Coordenador da Arrecadação, email’s e telefones para contato.

• Preparar (e aguardar para divulgar) uma faixa que identificará o local para ARRECADAÇÃO DE MANTIMENTOS PARA O HAITI.

• Verificar, dentre a membresia da Igreja, voluntários para trabalharem na Central de Arrecadação catalogando, empacotando e embarcando os gêneros, tão logo recebamos sinal verde para iniciar essa 2ª fase da Operação: envie um email para juntosporumnovohaiti@gmail.com com o nome completo, email e telefone para contato dos voluntários.

Peço que estejam orando, com súplicas e ações de graças!

O Senhor é conosco!

"Espere grandes coisas de Deus. Faça coisas grandes pra Deus".

Pr. André Bahia - "Juntos por um novo Haiti"
(61) 3392.2271 e (61) 9209.1730

Informativo 002 - Operação Mobilização "Juntos por um novo Haiti"

Há um clamor no Haiti...
"Juntos por um novo Haiti"

Brasília/DF, 19 de janeiro de 2010.

"As cenas de partir o coração que vi ontem (domingo) nos impulsionam a agir rápida e generosamente".
Ban Ki-Moon, Secretário Geral da ONU


E a Mobilização continua...

OFERTAS EMERGENCIAIS

Passados sete dias desde o terremoto mais devastador da história do Haiti recebemos os primeiros relatos sobre a real situação dos nossos obreiros, suas famílias, casas, templos e prédios. Algumas instalações sofreram poucas avarias, porém, há muito que reconstruir! Sem contar a manutenção e o investimento na saúde física, emocional e espiritual dos nossos irmãos!

Por isso, precisamos continuar MOBILIZADOS arrecadando recursos financeiros e enviando através da Junta de Missões Nacionais:

BRADESCO Agência 1125-8 Conta Corrente 59000-2
Enviar fax com o comprovante identificado para HAITI – (21) 2122.1911

Sugerimos às Igrejas e irmãos que estudem um plano de ajuda financeira emergencial para o Projeto “Juntos por um novo Haiti” da JMM que deverá ser depositado na conta da própria Junta. A idéia é que a Igreja defina por uma quantia durante um período, conforme a disponibilidade e autonomia de cada Igreja Local:

10 meses de R$100,00 – por exemplo! Isso poderá proporcionar que a Igreja invista mais em doses menores!

INTERCESSÃO MISSIONÁRIA

• Pelas famílias dos nossos obreiros, especialmente, a casal que perdeu seu filho.
• Pela Igreja: por perseverança, fé e coragem aos irmãos haitianos.
• Pelas equipes de resgate, militares e voluntários que assistem à população.
• Pelo Governo do Haiti e as Lideranças Mundiais que coordenam as ações.
• Pela Igreja Brasileira para que seja despertada a participar da reconstrução.


Fase II - Mantimentos

Embora nesta segunda o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República – GSI – tenha divulgado nota esclarecendo a população brasileira sobre doações ao Haiti onde designa a Secretaria Nacional de Defesa Civil para coordenar os esforços de arrecadação da população, a Defesa Civil divulgou no seu site que a responsabilidade de entrega no RIO DE JANEIRO (Base Aérea do Galeão) é por conta do doador.

Estamos realizando diversos contatos para estabelecer parcerias que viabilizem o translado dos gêneros até o Rio. SUGERIMOS QUE AGUARDEMOS PARA INICIAR A ARRECADAÇÃO, pois, certamente alcançaremos grandes volumes, porém, sem ter como repassá-los para serem transportados ao Haiti, corremos sérios riscos de disperdiçar e indisponibilizar para o consumo grande parte dos gêneros – a exemplo das arrecadações praticadas por outros órgãos quando dos furacões no Haiti em agosto de 2008, tsunami na Indonésia e Miamar.

Assim, queremos contar com a colaboração dos irmãos e de cada Igreja Batista para:

• Inscrever-se como Pólo de Arrecadação Comunitária: envie um email para juntosporumnovohaiti@gmail.com com Nome da Igreja, Pastor, Coordenador da Arrecadação, email’s e telefones para contato.

• Preparar (e aguardar para divulgar) uma faixa que identificará o local para ARRECADAÇÃO DE MANTIMENTOS PARA O HAITI.

• Verificar, dentre a membresia da Igreja, voluntários para trabalharem na Central de Arrecadação catalogando, empacotando e embarcando os gêneros, tão logo recebamos sinal verde para iniciar essa 2ª fase da Operação: envie um email para juntosporumnovohaiti@gmail.com com o nome completo, email e telefone para contato dos voluntários.

"Espere grandes coisas de Deus. Faça coisas grandes pra Deus".

Pr. André Bahia - "Juntos por um novo Haiti"
(61) 9209-1730 / 3392-2271 / 9126-6287

Informativo 001 - Operação Mobilização "Juntos por um novo Haiti"

Há um clamor no Haiti...
... em resposta CONVOCAMOS todos os Batistas Brasilienses para se envolverem na Operação Mobilização:

"Juntos por um novo Haiti"

Desde terça-feira, quando Porto-Príncipe, capital haitiana, foi arrasada por tremores de terra iniciamos um planejamento de ajuda emergencial aos irmãos e ao povo haitiano.

Nesse primeiro momento, NÃO HÁ COMO ENVIAR MANTIMENTOS para o Haiti, mas, estão sendo realizados esforços para estabelecer, no menor tempo possível, um canal de distribuição que viabilize enviar donativos (água, biscoitos, enlatados, alimentos prontos em geral).

Em contato com a Defesa Civil e o Itamaraty, fomos informados que as aeronaves da FAB estão decolando com lotação máxima levando equipamentos, maquinários, pessoal especializado e suprimentos (oriundos de reservas governamentais) para o Haiti, e que, por isso, ainda não há possibilidade de transportar doações. Mas, já estamos cadastrados para, assim que for estabelecido esse canal de distribuição, imediatamente iniciarmos as arrecadações.

A Junta de Missões Mundiais é o nosso canal para ofertas financeiras emergenciais. Assim, conclamamos aos irmãos para que participemos desse esforço em reconstruir o Haiti, como veiculado na matéria em destaque no site da Junta: Pastor haitiano pede ajuda aos brasileiros. Leia a matéria e veja como você, sua família e igreja podem participar dessa 1ª Etapa da Mobilização. Existem outras instituições recebendo doações financeiras, como a Embaixada do Brasil no Haiti, porém, todas as ofertas via JMM serão canalizadas aos nossos obreiros da terra para que atuem diretamente na reconstrução do seu país.

Lembramos os irmãos, que já está sendo preparada uma segunda etapa para a Operação Mobilização que visará arrecadar mantimentos de primeira necessidade (água, alimentos prontos para consumo, e enlatados), porém, estamos buscando estabelecer um canal de distribuição para fazer chegar ao Povo Haitiano. Se você pode ajudar nesse processo, pedimos que entre em contato com a Coordenação Especial da Operação.

"Espere grandes coisas de Deus. Faça coisas grandes pra Deus".


Informações, Sugestões ou Dúvidas:
Pr. André Bahia - "Juntos por um novo Haiti"
(61) 9209-1730 / 3392.2271 / 9126.6287 ou pr.andrebahia@gmail.com
Coordenador Especial da OpMob
(61) 3392.2271 (61) 9209.1730

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Esclarecimento sobre doações ao Haiti - GSI

Nota a Imprensa do GSI

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL

O Gabinete de Crise do Governo Federal, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), instituiu o sistema de captação de doações às vítimas do terremoto que devastou a ilha caribenha. A preocupação em organizar adequadamente o esquema de arrecadação de doações deve-se à atual falta de estrutura em território haitiano.

As necessidades listadas abaixo são as consideradas prioritárias pelo Governo do Haiti e pela Força de Paz da ONU:

Medicamentos e ofertas de serviços médicos
- Órgão responsável: Ministério da Saúde
- Contato: missaodeajudahaiti@saude.gov.br

Água engarrafada e alimentos para consumo imediato, a exemplo de leite tipo longa vida, sucos em caixa ou lata, achocolatados, biscoitos, barras de cereais, frutas desidratadas e enlatados de pronto consumo.
- Órgão responsável: Secretaria Nacional de Defesa Civil
- Contato: www.defesacivil.gov.br (unidades da defesa civil do País, com base nos estados e municípios)

Outras ofertas de serviços
- Órgão responsável: Gabinete de Segurança Institucional (GSI)
- Contatos: saei@planalto.gov.br ou fax 61.3411-1297.

Doações em valores:
Banco do Brasil
Conta SOS HAITI- Embaixada do Haiti
Agência 1606-3
Conta Corrente 91000-7

Caixa Econômica Federal
Conta PNUD HAITI
Agência 0647 Op 003
Conta Corrente 600-1

Assessoria de Comunicação Social do GSI
Brasília, DF, 18 de janeiro de 2010

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República
Assessoria de Comunicação Social Fone: (61) 3411-1480
Fax: (61) 3411-1479
asscomgsi@planalto.gov.br

Sobe para 19 o número de brasileiros mortos no Haiti - O Globo

Sobe para 19 o número de brasileiros mortos no Haiti - O Globo

Obra missionária tem perdas consideráveis no Haiti

Por Marcia Pinheiro 18 de janeiro de 2010

Após contato precário via celular, finalmente o Pr. Jonathan Joseph conseguiu se comunicar com a Sede de Missões Mundiais e passar ao Coordenador de Missões para as Américas, Pr. Mayrinkellison Wanderley, algumas informações com o balanço dos estragos causados pelo terremoto que devastou o Haiti, na última terça-feira.

A boa notícia é que o hospital da região que serve de base para os voluntários de Missões Mundiais não sofreu danos e foi reaberto hoje (18). Sua capacidade de atendimento é para cerca de 10 pessoas. Mas as perdas foram grandes. Um obreiro da terra em Petit-Goâve perdeu seu filho. O Pr. Jonathan ficou sem a casa que estava construindo e agora está morando na residência de seu irmão. Além disso, a obra no país perdeu as igrejas de Value e de Provance; a igreja de la Victoire foi fortemente abalada. Ainda não há informações sobre as condições das demais igrejas.

Segundo o Pr. Jonathan, o Seminário de Teologia e o Centro Cristão para o Desenvolvimento Integral, graças a Deus, não sofreram danos maiores. No entanto, o escritório e o complexo em Petit-Goâve estão completamente destruídos.

Diante das grandes dificuldades, o pastor está na expectativa para receber a visita de um grupo de pastores representantes de Missões Mundiais que, em fevereiro, levará as doações arrecadadas neste mês de janeiro junto aos irmãos brasileiros, através do Projeto Por um Novo Haiti.

Hoje o Comando do Exército confirmou a identidade do 16º militar morto na capital Porto Príncipe. O tenente-coronel Marcus Vinicius Macêdo Cysneiros estava desaparecido desde o dia do terremoto. Com isso, sobe para 18 o número de brasileiros mortos nessa tragédia que se abateu sobre o Haiti.

Fonte: JMM

domingo, 17 de janeiro de 2010

Operação Mobilização "Juntos por um novo Haiti"


ONU, Brasil e EUA definem papéis em ações de ajuda ao Haiti

Organização coordenará operação com Haiti
Minustah cuida de segurança e Washington de auxílio humanitário

Amorim participa de teleconferência
RIO - Com o objetivo de discutir a situação do Haiti e de afinar a coordenação das ações no país, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, participou hoje de uma teleconferência organizada pelo Canadá com representantes de 10 países, além de integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA). Entre os participantes, estavam o primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Na reunião por teleconferência, ficou decidido que a definição de prioridades e a coordenação das operações ficará a cargo da ONU juntamente com o governo haitiano. Ao Brasil, caberá a participação na segurança; enquanto os Estados Unidos cuidarão da ajuda humanitária.

Segundo Celso Amorim, a percepção é de que houve algum progresso na distribuição de mantimentos no Haiti. Uma das maiores preocupações dos ministros que participaram da teleconferência está justamente na distribuição das ajudas internacionais, isso porque os portos permanecem de difícil acesso. Além disso, os comboios que saem da República Dominicana estão ameaçados devido aos saques.

Amanhã o Conselho de Segurança da ONU realizará uma reunião para discutir o número máximo de tropas militares e policiais presentes no Haiti. O Brasil aguarda essa possível mudança para estudar o envio de mais tropas. Uma outra reunião, esta ministerial, será realizada na próxima segunda-feira, em Montreal, no Canadá, para começar a se pensar na reconstrução do país.

Ajuda

Até agora, o Brasil já se comprometeu a enviar uma ajuda de US$ 15 milhões. Por enquanto, não está previsto um aumento nesta soma"Pelos números que eu tenho lido nos jornais, até agora, os nossos números não fazem vergonha diante de muitos países desenvolvidos, pelo contrário, são substanciais", comentou o ministro alfinetando implicitamente a escassa ajuda de alguns países europeus. "Não é importante ser rico para ser solidário, mas sendo rico é mais fácil efetivar essa solidariedade."


O ministro ainda voltou a comentar a questão do uso do aeroporto. Isso porque o Brasil teve dificuldade de trafegar em Porto Príncipe. Amorim afirmou que ocorreu "uma transição difícil da administração haitiana para a dos Estados Unidos", e, portanto, foi necessário reiterar que "em função da grande presença brasileira, tínhamos que ser tratados com uma certa prioridade". De acordo com o ministro, a superposição de funções está sendo resolvida.


No fim, Celso Amorim fez um apelo: pediu que as ajudas fossem feitas através de dinheiro. E lembrou que, na tragédia da tsunami, em 2004, muitos dos mantimentos doados tiveram de ser jogados no lixo.

DÉBORA THOMÉ - Agencia Estado
Wilton Júnior/AE

sábado, 16 de janeiro de 2010

Donativos não são entregues por falta de organização

Repórter da BBC relata cenas 'chocantes' no Haiti

Haitianos lutam por comida após terremoto

Operação Mobilização "Juntos por um novo Haiti"

Há um clamor no Haiti...
... em resposta CONVOCAMOS todos os Batistas Brasilienses para se envolverem na Operação Mobilização:
"Juntos por um novo Haiti".

Desde terça-feira, quando Porto-Príncipe, capital haitiana, foi arrasada por tremores de terra iniciamos um planejamento de ajuda emergencial aos irmãos e ao povo haitiano.

Nesse primeiro momento, NÃO HÁ COMO ENVIAR MANTIMENTOS para o Haiti, mas, estão sendo realizados esforços para estabelecer, no menor tempo possível, um canal de distribuição que viabilize enviar donativos (água, biscoitos, enlatados, alimentos prontos em geral).

Em contato com a Defesa Civil e o Itamaraty, fomos informados que as aeronaves da FAB estão decolando com lotação máxima levando equipamentos, maquinários, pessoal especializado e suprimentos (oriundos de reservas governamentais) para o Haiti, e que, por isso, ainda não há possibilidade de transportar doações. Mas, já estamos cadastrados para, assim que for estabelecido esse canal de distribuição, imediatamente iniciarmos as arrecadações.

A Junta de Missões Mundiais é o nosso canal para ofertas financeiras emergenciais. Assim, conclamamos aos irmãos para que participemos desse esforço em reconstruir o Haiti, como veiculado na matéria em destaque no site da Junta: Pastor haitiano pede ajuda aos brasileiros. Leia a matéria e veja como você, sua família e igreja podem participar dessa 1ª Etapa da Mobilização. Existem outras instituições recebendo doações financeiras, como a Embaixada do Brasil no Haiti, porém, todas as ofertas via JMM serão canalizadas aos nossos obreiros da terra para que atuem diretamente na reconstrução do seu país.

Lembramos os irmãos, que já está sendo preparada uma segunda etapa para a Operação Mobilização que visará arrecadar mantimentos de primeira necessidade (água, alimentos prontos para consumo, e enlatados), porém, estamos buscando estabelecer um canal de distribuição para fazer chegar ao Povo Haitiano. Se você pode ajudar nesse processo, pedimos que entre em contato com a Coordenação Especial da Operação.

Informações, Sugestões ou Dúvidas:
Pr. André Bahia (61) 9209-1730 / 3392.2271 / 9126.6287 ou pr.andrebahia@gmail.com

Gabinete de crise
Nota nº 6 - 12/01/2010 - Itamaraty.

Ministério da Integração Nacional envia assistência humanitária para o Haiti

Secretaria Nacional de Defesa Civil - 14/01/2010

Haitianos imploram ajuda três dias depois do terremoto
Reuters/Brasil, online - O Globo - 15/01/2010, 17h39m.

Um noite de pesadelos
Gilberto Scofield - enviado especial de O Globo ao Haiti


"Espere grandes coisas de Deus. Faça coisas grandes pra Deus".


Pr. André Bahia - "Juntos por um novo Haiti"
Coordenador Especial da OpMob
(61) 3392.2271
(61) 9209.1730

"Agora é Deus quem manda no Haiti"

A desordem e instabilidade crescem na capital do Haiti, Port au Prince, com milhares de pessoas desesperadas por água e alimentos a pilharem supermercados e armazéns e a lutarem pelos poucos mantimentos distribuídos pelas agências que procuram prestar assistência às vítimas do terramoto que dizimou a cidade.Eduardo Munoz/Reuters


Sem polícia e com as poucas tropas no terreno ocupadas nas missões de resgate e ajuda humanitária, gangues armados com catanas e armas de fogo percorriam as ruas, roubando e lançando o pânico entre os indefesos e miseráveis desalojados. O desabamento da prisão local deixou à solta mais de quatro mil condenados.

A população concentrada em parques, campos de futebol e nas principais artérias começava a organizar grupos de vigilantes para se proteger dos bandidos. Com a terra ainda a tremer – ontem sentiu-se uma réplica com uma intensidade de 4,5 na escala de Richter – os habitantes de Port au Prince recusam viver dentro de qualquer edifício. Em todo o caso, não há muitos lugares que possam ser ocupados: a ONU estima que mais de 50 por cento das construções tenha sofrido danos consideráveis e que dez por cento tenha ficado destruída.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, chegou ao terreno para avaliar a situação e encontrar-se com o Presidente do Haiti, René Préval, reforçando a mensagem de apoio por parte dos Estados Unidos.

Cinco dias depois do violento tremor de terra, de magnitude sete, ter deixado Port au Prince virtualmente em ruínas, a perspectiva de encontrar sobreviventes debaixo dos escombros é cada vez mais reduzida. No entanto, as equipas de busca conseguiram recuperar dezenas de pessoas com vida, algumas gravemente feridas e outras miraculosamente bem.

De acordo com as autoridades, já terão sido enterradas mais de 20 mil pessoas em valas comuns. Na cidade, faziam-se pilhas de corpos que depois eram queimados a céu aberto, carregando o ar com o cheiro da podridão. O ministro do Interior, Paul Antoine Bien-Aimé, disse que 50 mil corpos já tinham sido recolhidos, e apontava para um número total de mortos entre os 100 mil e os 200 mil. Um número indeterminado continua desaparecido.

Falta tudo
As condições para o tratamento dos feridos continuam a ser muito precárias, apesar de já se terem estabelecido hospitais de campanha. Falta tudo: um médico norte-americano descrevia a “medicina do tempo da Guerra Civil” que se estava a praticar, com amputações a decorrer sem anestesia e os doentes a dormirem no chão.

O diário "Miami Herald" encontrou Jasmine Pierre, de 22 anos, e os dez membros da sua família num campo de refugiados, com tendas improvisadas a partir de lençóis, plásticos e guarda-chuvas. Perderam a casa e foram para ali na terça-feira; até ontem, ainda nenhuma autoridade tinha passado para prestar assistência a centenas de famílias. “Ninguém vem dar-nos água ou comida. Ninguém vem tratar dos feridos”, lamentou. “Devia haver um governo, mas não há. O Palácio Presidencial ruiu, não há lá governo nenhum. Ninguém manda aqui. Agora é Deus que manda no Haiti.”

As queixas daquela jovem mãe são partilhadas por muitos dos que procuram ajudar a população. As equipas de busca e salvamento e as organizações de emergência não têm um interlocutor que dirija e coordene os seus esforços. Nem sequer têm onde se instalar. Um centro de comando, que passou a servir como centro nevrálgico para os esforços de todas as instituições civis e militares, acabou por ser instalado no aeroporto – cujo controlo foi provisoriamente transferido para os EUA.

Mas a instauração de alguma organização era um desafio. O tráfego aéreo continuava muito condicionado pela falta de espaço e de combustível: a capacidade é por enquanto para 90 aviões por dia, e só aqueles com reservas necessárias para levantar depois de descarregar – dezenas de voos foram impedidos de aterrar. Centenas de estrangeiros deslocaram-se para o aeroporto procurando embarcar nos aviões dos respectivos países, e foram barrados pelos soldados americanos, que não sabiam como responder.

A desorientação também impera entre a missão da ONU, ainda envolvida no resgate do seu pessoal. Cerca de 300 funcionários continuam desaparecidos, os dois responsáveis máximos da missão estarão mortos. Os funcionários do Programa Alimentar e da Organização Mundial de Saúde procuram fazer o seu melhor para atender às vítimas, mas a frustração é evidente. Dezasseis toneladas de alimentos disponíveis num armazém não podem ser usadas porque necessitam de ser cozinhados e não há electricidade.

“O Governo tem um problema muito sério”, admitiu o Presidente René Préval. O primeiro-ministro Jean-Max Bellerive rejeitou, contudo, as acusações, e assinala que está a reagir. “O facto de três quartos dos edifícios governamentais terem sido destruídos não significa que não haja governo. Logo no dia a seguir, o governo estava em reuniões de coordenação com os representantes da ONU, os embaixadores e as agências internacionais.”

Dos EUA chegavam ontem mais reforços sob a forma de 6000 soldados (4000 tropas já estão na capital), maquinaria pesada, veículos, helicópteros, tendas e mantimentos. A caminho está um navio-hospital com 500 médicos e enfermeiros, salas de cirurgia e capacidade para internamento. Chegará depois de amanhã.

Validade, embalagem
A ajuda que já chegou distribuía-se formal e informalmente, mas quase sempre de forma caótica, com milhares de pessoas amontoadas e a envolverem-se em confrontos para conseguir água e alimentos. Centenas fizeram um motim, recusando uns biscoitos de alta energia que estavam a ser entregues por uma ONG. A confusão começou porque alguém confundiu a data de embalagem do produto (Agosto de 2008) com a de validade (Novembro de 2010); infelizmente muitos desses biscoitos terminaram no lixo.

Os capacetes azuis destacados por vários países procuram manter a ordem, mas o contingente é claramente insuficiente para as necessidades.

Nos arredores de Port au Prince, nos subúrbios de Jacmel, Carrefour e Leogane, onde viviam mais de um milhão de pessoas, a situação é tão ou mais desesperada do que na capital. As estradas estão intransitáveis e as populações isoladas e incontactáveis. E tal como o porto, as torres de electricidade e as estradas ruíram, a outrora frágil economia do Haiti também colapsou com o abalo: lojas, bancos, fábricas e empresas estão fechadas, as instituições não funcionam.

Público P: 16.01.2010 - 21:58 Por Rita Siza, Washington.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ministério da Defesa detalha plano emergencial de socorro ao Haiti

O Ministério da Defesa divulgou nota nesta quinta-feira informando que o governo brasileiro vai iniciar um plano emergencial para enfrentar os cinco problemas mais graves por autoridades no Haiti: sepultamento dos mortos; socorro médico aos feridos; remoção de destroços; reforço da segurança nas operações; e distribuição de suprimentos, principalmente água e comida.

A estratégia foi traçada pela comitiva brasileira no Haiti, após reuniões com comandantes militares que atuam nas forças de paz e visitas às tropas atingidas pelo terremoto.

Entre as iniciativas, foi montado um hospital de emergência sob a cobertura de uma garagem do Batalhão Brasileiro (Brabatt). O local é apenas iluminado por holofotes de emergência, e cerca de 70 pessoas são atendidas por médicos militares. Também há um acampamento em frente ao local para atender os desabrigados.

Pelo menos dois hospitais de campanha brasileiros serão montados em Porto Príncipe. A Aeronáutica vai enviar ainda nesta quinta um hospital operado por 40 profissionais de saúde, e com mil metros quadrados. Deverá ser enviado ainda um hospital de campanha da Marinha. De acordo com a nota, o Ministério da Saúde já embalou kits de medicamentos para atendimento básico de 10 mil pessoas, e pode complementar com outros produtos após a avaliação da comitiva.

As equipes que trabalham na remoção de escombros vão receber o reforço de 50 bombeiros brasileiros, com caes farejadores. O Batalhão de Engenharia do Exército também terá o apoio de 15 engenheiros e equipamentos pesados da construtora OAS, que realiza obras no Haiti. Segundo o ministério, a obstrução das ruas no primeiro dia impediu o deslocamento de máquinas para os pontos de maior gravidade, onde o socorro só podia ser feito por civis e militares que chegavam a pé.

Outra preocupação do governo é com a existência de cadáveres abandonados nas ruas. De acordo com a nota divulgada, algumas pessoas estão sepultando seus mortos em encostas, com risco de exposição dos cadáveres nas chuvas. As autoridades estudam propor ao governo haitiano que indique uma área para instalação de um cemitério. Segundo a Defesa, os brasileiros mortos estão em câmara frigorífica do Brabatt, até que a ONU conclua os procedimentos burocráticos para o traslado ao Brasil.

Ainda nesta quinta-feira, o Brabatt deve concluir levantamento de áreas para armazenamento e de pontos de distribuição de água e comida nas comunidades. Há preocupação de que, com o agravamento da situação, a população desesperada possa saquear os comboios e invadir os hospitais de campanha.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que chegou ao país na noite desta quarta-feira, afirmou que a população associa a missão de paz ao Brasil, mais que aos organismos internacionais.

- Não podemos esperar; se há problemas, temos de passar por cima dos problemas - disse Jobim, que discutirá ainda nesta quinta-feira o plano com o presidente do Haiti , René Préval, e com líderes religiosos.

O ministro Jobim e os comandantes do Exército, General Enzo Peri, e da Marinha, Almirante Moura Neto, também visitaram as tropas atingidas pelos desabamentos. Muitos estavam feridos e outros deprimidos pela perda de companheiros.

Nesta manhã, Jobim fez relato das medidas ao presidente Lula.

Fonte: O Globo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Há brasileiros entre as vítimas do terremoto no Haiti

O terremoto que atingiu ontem o Haiti começa a apresentar suas trágicas consequências. O gabinete do senador Flávio José Arns, em Curitiba, informou a morte de Zilda Arns, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa. Ela tinha 73 anos e também era representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

O senador era sobrinho de Zilda e irá acompanhar a missão brasileira que segue nesta manhã para o Haiti.

O terremoto de 7 graus na escala Richter também matou quatro militares brasileiros. O Comando do Exército confirmou hoje os nomes dos mortos: 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, o 2º sargento Davi Ramos de Lima, o soldado Antônio José Anacleto e o soldado Tiago Anaya Detimermani, todos do 5° batalhão de Infantaria Leve, com sede em Lorena (SP). Todos eles estavam fora da base no momento do terremoto.

O Brasil lidera uma missão de paz da ONU no Haiti, onde se encontram 1.266 militares, dos quais 250 da engenharia do Exército, conforme números da Defesa.

O Pr. Jonathan Joseph já entrou em contato com a Sede de Missões Mundiais e informou que ele, sua famílias e os obreiros da terra estão bem. Eles pedem que os crentes brasileiros intensifiquem suas orações por aquela nação.

Fonte: JMM (Por Márcia Pinheiro)

Brasileiro revela como foi catástrofe no Haiti



O brasileiro André D'Ávila, da ONG Viva Rio, afirmou que está próximo ao Palácio Presidencial, em Port-au-Prince. Ele descreve o cenário caótico da cidade e afirma que a maior igreja no local desabou.

Fonte: Globo.com

Missionários sobrevivem a forte terremoto

O Haiti, um dos países em destaque na Campanha 2010 de Missões Mundiais, foi atingido por um terremoto de magnitude de 7 graus na escala Richter. Várias construções foram destruídas, inclusive o palácio presidencial, os principais prédios ministeriais e vários hospitais. A sede da delegação da ONU também foi atingida. Ainda não há informações oficiais sobre os números de mortos e feridos, mas o Coordenador de Missões Mundiais para as Américas, Pr. Mayrinkellison Wanderley, fez contato com o Pr. Jonathan Joseph e ficou agradecido a Deus por saber que ele, sua família e os obreiros da terra estão bem.

No entanto, é preocupante a situação dessa que já era considerada a nação mais miserável das Américas. Algumas testemunhas ouvidas por agências internacionais disseram que há centenas de vítimas fatais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou preocupação com a situação dos brasileiros e do povo haitiano e "instruiu para que sejam avaliadas as necessidades para que o Brasil possa apoiar o esforço de ajuda humanitária ao Haiti".

O Brasil lidera uma missão de paz da ONU no Haiti, onde se encontram 1.266 militares, dos quais 250 da engenharia do Exército, conforme números da Defesa.

Países como os Estados Unidos, a França e o Japão já se mobilizaram para ajudar o Haiti neste momento trágico. O forte terremoto atingiu também a República Dominicana, onde não há registro de danos maiores. O porta-voz da Presidência dominicana, Rafael Núñez, disse à televisão local que, de acordo com as informações recebidas, o sismo causou "grandes danos" no vizinho Haiti. Ele convocou hoje os povos latino-americanos e "todo o mundo" a ajudar o Haiti.

O Pr. Mayrinkellison Wanderley conclama todos os crentes brasileiros a intercederem pelo Haiti e, em especial, pelos nossos obreiros da terra para que, mais do que nunca, Deus os guarde e os use neste momento tão difícil.

Fonte: JMM (Por Marcia Pinheiro)

Após terremoto, Haiti lança apelo por ajuda internacional



Fonte: G1.

Exército confirma morte de 4 militares brasileiros após terremoto no Haiti



O Comando do Exército confirmou nesta quarta-feira (13) que quatro militares brasileiros morreram no Haiti, em função do terremoto de magnitude 7 que atingiu o país na véspera.

De acordo com o Exército, os militares mortos são: 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, o 2º sargento Davi Ramos de Lima, o soldado Antônio José Anacleto e o soldado Tiago Anaya Detimermani, todos do 5° batalhão de Infantaria Leve, com sede em Lorena (SP). Todos eles estavam fora da base no momento do terremoto.

Um terremoto de magnitude 7 na escala Ritcher atingiu o país na terça-feira (12), destruindo vários prédios na capital, Porto Príncipe, e causando devastação no país da América Central. O tremor afetou a estrutura de telecomunicações no país, e as informações sobre vítimas e danos ainda são desencontradas.

O Brasil comanda uma missão de paz da Organização das Nações Unidas naquele país.

Fonte: G1.

Tremor deixa rastro de destruição em Porto Príncipe



Centenas de pessoas podem ter morrido em consequência de um terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o sul da capital do Haiti, Porto Príncipe na tarde desta terça-feira – o tremor mais forte a afetar o país nos últimos 200 anos.

O terremoto destruiu a sede da missão das Nações Unidas no país, o palácio presidencial e vários outras edificações na capital. Muita gente ficou presa sob os escombros e há um grande número de desaparecidos.

Segundo o US Geological Survey, a agência geológica americana, o terremoto ocorreu por volta das 16h53 (horário local, 19h53 de Brasília).

O epicentro do tremor foi localizado a cerca de 15 quilômetros de Porto Príncipe, a apenas 10 quilômetros de profundidade.

Pelo menos dois tremores secundários – de 5,9 e 5,5 graus, respectivamente, foram registrados logo após o primeiro terremoto. Cerca de cinco horas após o tremor inicial, uma testemunha disse à BBC que esses tremores secundários eram sentidos a cada dez minutos. O clima em Porto Príncipe é de medo e muita gente está ao relento.

Brasil, Estados Unidos, Canadá e França ofereceram ajuda humanitária.

Fonte: BBC Brasil.